A indústria automobilística investe pesado em novos combustíveis, buscando alternativas como o uso do álcool, do hidrogênio, biodiesel, eletricidade etc.

No entanto, o uso do petróleo não se restringe ao uso combustível. A tinta utilizada na pintura dos carros deriva do petróleo. O plástico do painel deriva do petróleo. O pneu deriva. Algumas borrachas também. Até o asfalto, sobre o qual o carro anda, é um derivado do petróleo.

Na verdade, muitos outros segmentos, não só o automobilístico, dependem profundamente do ouro negro. Na agricultura, fertilizantes e inseticidas derivam do petróleo. Na indústria moveleira, o verniz e a seladora são derivados do petróleo. Para ser mais definitivo, a grande maioria dos produtos industrializados recebe pintura (tinta) e/ou outros  derivados do petróleo em sua composição.

O plástico é um grande exemplo. O planeta inteiro o utiliza em embalagens, brinquedos, ferramentas, utensílios domésticos, produtos decorativos etc etc etc. Se prestarmos atenção, veremos que o mundo moderno é quase todo de plástico. E de onde ele vem? Do petróleo.

Na agricultura mesmo existe um derivado petrolífero que vem revolucionando o segmento. É o gel de plantio e irrigação, já utilizado em eucalipto, cedro australiano, café, citros, plantas ornamentais, grama etc.

Com a capacidade de economizar até 60% de água necessária nessas culturas, o gel é uma das grandes soluções para a questão ambiental em todo o mundo, visto que a agricultura consome 70% dos recursos hídricos da Terra.

A utilização do petróleo em muitos casos é associada à poluição e à degradação ambiental. Contudo, no caso particular do gel, ele surge como uma arma para protegermos o bem mais precioso que possuímos: a água.

Um abraço do Piloto X. Paz.