É preciso ter estrela
Aproveitando a “deixa” de nossa ex-jogadora de basquete Hortência, agora dirigente da Confederação Brasileira de Basquete, todo atleta precisa realmente de ter uma estrela para fazer sucesso. Na Fórmula 1 não é diferente. Veja o caso de Button, passou de quase desempregado (com o fim da equipe Honda) à sensação da temporada. E sempre foi assim. O bom piloto precisa estar no lugar certo e na hora certa. Sorte é a competência aliada a oportunidade. Conhecemos vários casos de ótimos pilotos que nunca tiveram oportunidade e outros tantos casos de pilotos medíocres que tiveram a oportunidade que de nada adiantou.
Vou aproveitar para começar uma pesquisa e escolher dois pilotos, um competente que não teve oportunidade e um piloto “meia boca” que teve uma grande chance e não aproveitou. Podem mandar sugestões para sergio.vr@bol.com.br. Semana que vem eu digo como está a apuração.
A propósito. Para quem não soube, Hortência disse o seguinte: “O Rubinho Barrichello, por exemplo, tem estrela, apesar de muitos dizerem que não. O problema é que a estrela dele fica na bunda. Quando ele senta no cockpit, ela apaga”.
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May 8th, 2009 at 13:31
Essa é fácil: Meia boca que teve chance o Damon Hill e um, muito bom que não teve chance foi o Ricardo Zonta.
May 9th, 2009 at 00:40
Realmente o Damon Hill foi “a mala” e outros brasileiros muito bons também não tiveram oportunidade, recentemente o Zonta e a alguns (muitos) anos, Ingo Hoffman e Chico Serra.